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Hilário Bocchi

Novo teto e o desafio de saber como e quanto contribuir

Contribuinte precisa ter atenção com as novidades após a Reforma da Previdência

| ACidadeON/Ribeirao

 

Hilário Bocchi Junior

Todos os anos, a partir de fevereiro, quem contribui para o INSS por conta própria passa pelo mesmo dilema: pagar a contribuição de janeiro; com o novo teto de contribuição (agora é R$ 6.101,06, era R$ 5.839,45) e a dúvida se vale a pena mesmo pagar. Agora tem mais um ingrediente: a reforma da previdência.


Vale a pena pagar o teto?

A cada ano que passa o trabalhador perde um pouco mais a fé de que a Previdência com valor máximo vale a pena. E ele tem razão de pensar nisso. As novas regras de cálculo do valor do benefício (sem excluir 20% das menores contribuições) acabaram trazendo à tona a necessidade de o contribuinte refazer seus planos. Ninguém vai se aposentar pelo teto, mas também não pode jogar no lixo o que já pagou.


Diagnóstico previdenciário

Para não jogar dinheiro no lixo o contribuinte tem que recalibrar o valor das suas contribuições.
Isso depende de quando vai se aposentar, de quanto tempo já contribuiu, de qual é o valor médio das contribuições e qual aposentadoria lhe será mais favorável, considerando as novas regras, o direito adquirido e as regras de transição.


Regime de capitalização (misto)

Além da redução significativa do poder de compra do valor referencial teto das aposentadorias que se fosse mantido em dez salários mínimos seria equivalente a R$ 10.390,00, hoje foi reduzido para R$ 6.101,06, representativo de apenas 58,7% em relação ao ano de 1991; o contribuinte ainda tem que ter em mente que a equipe econômica e grande massa dos especialistas em previdência ainda não desistiram da ideia do regime de capitalização.




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