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Vicente Golfeto

Participação das motos no total de veículos motorizados

Confira a análise no texto do professor Vicente Golfeto

| ACidadeON/Ribeirao

Vicente Golfeto, colunista do ACidade ON (Foto: Mastrangelo Reino / Arquivo A Cidade)
    Em tempo de estudo de mobilidade urbana, importante peça do plano diretor estratégico de uma cidade no caso específico, de Ribeirão Preto, é necessário que se leve em consideração a participação das motos, novas e as que já estão em circulação, no total dos veículos motorizados que transitam pelas artérias da cidade.
     É por isso, com dados e números fornecidos pela Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, que construímos o quadro abaixo no qual podemos ver, nos meses de janeiro, fevereiro, março, abril e maio do corrente ano de 2020, o total de motos emplacadas em Ribeirão Preto bem como a participação desses veículos no total das motos licenciadas em todos os municípios do estado de São Paulo. 

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    Além da realidade econômica que existe por trás desses números, é preciso que se leve em consideração devidamente o fato de este veículo motorizado representar, como já dissemos em outra oportunidade e neste mesmo espaço, duas importantes economias. São elas: de tempo e de dinheiro. Como consequência preocupante, no entanto, esta modalidade de veículo tem sido a principal causadora da redução de passageiros pelos ônibus e pelos coletivos do pró-Urbano.
    
Depois, vocês, prezados leitores, devem se lembrar bem, de notarmos a impressionante participação dos novos caminhões emplacados em Ribeirão Preto, indo de 9,27%, em janeiro, em relação ao acumulado do estado de São Paulo, para 11,32% em fevereiro. Interrompida esta sequência nos meses de março e abril, algo compreensível em virtude da pandemia do novo coronavírus, a estatística continua elevada em maio, quando os números se aproximaram da realidade de janeiro. No caso das motos, a tendência crescente em janeiro, fevereiro e março também foi interrompida em abril mas, já em maio, a participação no estado de São Paulo voltou a números considerados expressivos.  

    Numa próxima oportunidade, se necessário, voltaremos ao assunto.