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Gaeco deflagra nova operação contra falsificação de agrotóxicos

Batizada de QR-Code, ação em Ribeirão Preto e região é considerada segunda fase da Princípio Ativo, que apura prejuízos de R$ 11 bilhões à economia

| ACidadeON/Ribeirao

Imóveis eram utilizados como laboratórios clandestino, diz MP (Foto: Divulgação)
 

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), com apoio da PM (Polícia Militar), deflagrou nesta sexta-feira (11) a operação QR-Code, considerada um desdobramento da operação Princípio Ativo, que apura prejuízo de R$ 11 bilhões à economia com a falsificação de agrotóxicos. 

Segundo o Gaeco, estão sendo cumpridos três mandados de prisão temporária e nove de busca e apreensão em Ribeirão Preto e Jardinópolis.  

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Além dos mandados, a 5ª Vara Criminal de Ribeirão também determinou, a pedido do MP (Ministério Público), o bloqueio, indisponibilidade e o sequestro de bens e de ativos financeiros, e a apreensão de dez veículos utilizados pelo grupo, entre os quais caminhonetes de luxo e vans. 

Segundo a investigação, o grupo é suspeito de utilizar imóveis em Ribeirão como laboratórios clandestinos para fraudar defensivos agrícolas, o que também coloca em risco a saúde da população.   


Participam da operação oito promotores de Justiça e agentes do MP, além de 44 policiais militares do 11º Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia) e da Força Tática.   

O nome da operação - QR-Code - faz referência ao código de rastreabilidade nas embalagens de defensivos agrícolas, que também era alvo de fraude, de acordo com o Gaeco.

Primeira fase

Ao todo, 22 pessoas foram presas em março deste ano na operação Princípio Ativo. Além da baixa de R$ 11 bilhões à economia, o prejuízo direto à indústria de defensivos é estimado em R$ 5,4 bilhões.

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