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Moda de técnicos estrangeiros? Guarani e Ponte Preta também tiveram

A moda agora no futebol brasileiro são os treinadores estrangeiros

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Guarani e Ponte Preta já tiveram técnicos estrangeiros (Foto: Thomaz Marostegan/Guarani FC)
Guarani e Ponte Preta já tiveram técnicos estrangeiros (Foto: Thomaz Marostegan/Guarani FC)

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A própria Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está considerando trazer um técnico de fora para tentar conquistar o hexacampeonato mundial após dois fracassos seguidos com Tite. 

Campinas está “fora da moda” que contagiou a Série A. Dos 20 clubes, dez optaram por ter um treinador de outra nacionalidade. 

O principal nome desta lista é Abel Ferreira, que conquistou no último sábado (28) o seu sétimo título com o Palmeiras. As façanhas do português só confirmam o bom momento dos estrangeiros no Brasil e aumentam a aceitação para desespero dos críticos. 

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Apesar de ainda apostarem nos brasileiros, Guarani e Ponte Preta já tiveram ao longo de sua história alguns treinadores estrangeiros, sendo o mais famoso deles Armando Renganeschi, que passou por ambos os clubes de Campinas e fez uma rua da cidade levar o seu nome para eternidade.  

 

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Dentre os campineiros, o Guarani foi quem mais apostou em estrangeiros. Onze treinadores de fora do Brasil comandaram o Bugre, com três nacionalidades diferentes: Argentina, Uruguai e Peru. 

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São eles: Gregório Suarez (ARG), José Guillermo Agnelli (ARG), Jim López (ARG), Segundo Villadóniga (URU), Darío Letona (PER), Conrado Ross (URU), Fillpo Núñez (ARG), Armando Renganeschi (ARG), Alfredo Gonzáez (ARG), Pedro Rocha (URU), Sérgio Ramírez (URU) e Darío Pereyra (URU). 

O último estrangeiro a comandar o Guarani foi o uruguaio Darío Pereyra, que assumiu o time em 2000, mas acabou demitido por não conseguir uma única vitória nos seis jogos realizados na Copa Havelange. 

A Ponte Preta teve em sua história muitos treinadores brasileiros, mas também optou por experimentar um pouco do gingado gringo ao longo dos anos. Cinco técnicos estrangeiros passaram pela Macaca: Armando Renganeschi (ARG), Jim Lopez (ARG), José Agnelli (ARG) e Félix Magno (URU), além de Pedro Rocha (URU). 

Pedro Rocha, inclusive, foi o último estrangeiro a sentar no banco de reservas como técnico da Ponte Preta, mas não deixou muitas saudades. O ano em questão foi 1998, dois anos antes do Guarani abandonar a aposta, que, em 2023, é febre no Brasil. 

 

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Rafaela Viveiros
Rafaela Viveiros
Formada em Jornalismo pela Universidade Paulista (Unip). Jornalista do Grupo EP, repórter do Tudo EP, está no portal desde 2021 e possui experiências com produção de matérias para os portais, edição de vídeos, imagens e criação de conteúdo para as redes sociais.

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