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Verde, branco e preto, as cores que representam Guarani e Ponte Preta

O fato é que o reconhecimento é tão grande na cidade campineira que ambas as equipes trazem as cores em seus hinos

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As cores são uma das maiores representatividades de um clube. Ao aliar o verde com Campinas, o Guarani logo vem à cabeça. O mesmo acontece com a Ponte Preta, quando são mencionados o preto e branco. O fato é que o reconhecimento é tão grande na cidade campineira que ambas as equipes trazem as cores em seus hinos.

As cores da Ponte Preta estão logo no segundo verso do hino do clube, com: “Preto e branco é a sua cor”, enquanto que no do Guarani aparece no terceiro verso: “A bandeira do verde e branco”. Mas o que levou os clubes a optarem por tais cores? É isso que vamos contar.

O verde e branco do Guarani foi escolhido em homenagem à praça Carlos Gomes, localizada no centro de Campinas. Na época, antes mesmo da fundação do clube (1911), a praça era o ponto de encontro de amigos, muitos deles filhos de imigrantes italianos, que debatiam a possibilidade da criação de um time de futebol, o que deu origem ao Guarani.

A praça Carlos Gomes é uma grande área, cercada de palmeiras imperiais, situada na esquina das ruas Conceição e Irmã Serafina. O verde foi escolhido porque representava muito bem o local, que acabou se tornando a principal cor do Guarani. Já a opção pelo branco ocorreu em alusão à luz do dia que os iluminava.
 
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A influência italiana também pesou na escolha, já que o país tem as cores verde e branco em sua bandeira. Mas as lindas palmeiras da praça Carlos Gomes foram cruciais para a decisão tomada pelos 12 jovens que compareceram à reunião e fundaram o Guarani.

Obviamente, as cores fazem contraste ao preto e branco da Ponte Preta, que foi fundada em 1900. A escolha pelas cores da Ponte é um pouco mais complexa e tem ligação com o movimento ferroviário e a ideologia anarquista.

Muitos imigrantes chegaram ao Brasil justamente para trabalhar nas ferrovias e trouxeram essa ideologia anarquista (ideologia política que se opõe a todo tipo de hierarquia e dominação). Para esses imigrantes, o movimento ferroviário era a base de sua vida política e social. Tanto o movimento quanto a ideologia anarquista tinham como marcas as cores: preto e branco.

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Há também menções à ponte de madeira, construída em uma linha de trem no bairro Ponte Preta. Para conservar a madeira, colocavam piche, que remetia à cor preta. Além disso, os times alemães também tiveram certa influência na escolha, pois eram apreciados pelos fundadores do clube.

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Luciana Félix
Luciana Félixhttps://www.acidadeon.com/campinas/
Supervisora de conteúdo digital do acidade on e do Tudo EP. Entrou no Grupo EP em 2017 como repórter do acidade on Campinas, onde também foi editora da praça. Antes atuou como repórter e editora do jornal Correio Popular e do site do Grupo RAC. Também atuou como repórter da Revista Veja, em São Paulo.

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