15 de julho de 2024
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Desigualdade salarial entre homens e mulheres chega a 17%, segundo IBGE

Diferença salarial ultrapassa os 300% em alguns setores de emprego; confira o que o levantamento registrou

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Levantamento foi feito com base em 2022 (Foto: Freepik)

As mulheres receberam até 17% a menos que os homens em 2022. A pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) tomou por base os dados da Cempre (Cadastro Central de Empresas) daquele ano, quando foi possível comprovar que o salário médio das mulheres foi de R$ 3.241,18 enquanto o de homens foi R$ 3.791,58.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (20) e mostraram que a disparidade ocorre em 82% dos principais locais de trabalho no Brasil, inclusive onde as mulheres são maioria. Dessa forma, a equidade ou superioridade salarial feminina só acontecia em 63 das 357 áreas cujos dados constavam no Cempre.

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Terceiro setor

Enquanto a área de fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas possui uma diferença de 309,4% entre o salário de mulheres e homens, o terceiro setor registra uma situação diferente. Nele foram encontradas as menores diferenças, sendo que nenhuma chegou a equiparar ou superar o salário da mão de obra feminina:

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  • Administração Pública – mulheres recebem o equivalente a 79% do salário de homens
  • Entidades Empresariais – mulheres recebem o equivalente a 77,6% do salário de homens
  • Entidades sem fins lucrativos – mulheres recebem o equivalente a 91,5% do salário de homens

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Janaína Boaventura, com supervisão da redação
Estagiária no Tudo EP e no ACidade ON, é graduanda em Estudos Literários pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Adentrou no Grupo EP em 2024 e atua nos conteúdos digitais, enfaticamente com a parte textual.
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