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Córregos oferecem risco para pedestres e motoristas em São Carlos

Falta proteção para evitar que pessoas e veículos caiam dentro dos córregos que cortam a região central

| ACidadeON/São Carlos

Falta segurança nas margens dos córregos da região central - Foto: Reginaldo dos Santos/EPTV

A falta de proteção nas margens dos córregos que passam cortam as avenidas Comendador Alfredo Maffei e Francisco Pereira Lopes, na região central de São Carlos, geram sensação de insegurança e trazem riscos para os que se exercitam ou apena passam pelo local.

O engenheiro Márcio Ferreira dos Santos, que pedala todos os dias pelo local, já presenciou um garoto caindo no córrego do Gregório. As calçadas são muito usadas por pedestres, corredores e ciclistas que se sentem inseguros, ainda mais pelo fato de existir ciclovia e pista de caminhada na região.

"É perigoso, principalmente à noite, porque qualquer deslize não tem nada segurando, vai direto pelo barranco", afirmou o estudante Guilherme Sundermann Sales. 

Na Avenida Francisco Pereira Lopes até há algumas defensas metálicas separando a calçada da rua, mas nenhuma proteção do lado do rio. A engenheira Ana Paula Larocca, especialista em segurança viária, afirma que vários pontos necessitam de proteção. "Há necessidade de um guarda-corpo para proteger o pedestre e, preferencialmente, que seja uma defensa metálica que também vai evitar com que um motorista desgovernado caia dentro do rio com o carro", afirmou.

Ela ainda notou que algumas defensas precisam de manutenção porque estão amassadas ou sem acabamento nas pontas, o que pode ser ainda mais perigoso para o motorista, pois a ponta pode funcionar como uma lâmina.

"Estão sem a ponteira que funcionam como um para choque para o veículo e também sem uma marcação que torne aquilo visível no período noturno para o motorista", pontuou.  

Secretário

O secretario municipal de Transporte e Trânsito de São Carlos assume que falta manutenção em cerca 400 metros de defensas, dos 2 mil que existem na cidade e que falta colocar 1 mil metros de protetores metálicos. "Para consertar esse e ampliar mais ou menos R$ 300 mil. Estamos tentando viabilizar isso e até o final do ano, se correr bem, nós vamos conseguir consertar o que esta quebrando e ampliar em mais um quilômetro", afirmou Coca Ferraz.

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