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economia

De usinas a ferrovia: os negócios da família vítima de queda de avião

Um dos maiores grupos empresariais do país, a Cosan é dona de diversos negócios na região de São Carlos

| ACidadeON/São Carlos -

Raízen tem unidade em Ibaté. Foto: Divulgação
O acidente aéreo que ocorreu em Piracicaba (SP) na manhã desta terça-feira (14) vitimou Celso Silveira Mello Filho, acionista da Cosan, um dos maiores conglomerados empresariais do país. Na região, a empresa está presente em diversas usinas, nos postos de combustíveis e na ferrovia que transporta parte da produção agrícola nacional.

A Raízen (ex-Biosev), por exemplo, está presente em Ibaté, onde mantém uma usina de produção de etanol, e também em Brotas, Dois Córregos, Bocaina e Araraquara. A empresa é do ramo de combustíveis e é composta por uma sociedade entre a Cosan e a multinacional Shell, meio a meio. Na bolsa de valores a companhia vale R$ 76 bilhões, em atualização de agosto.

Outro negócio de impacto na região, em especial em São Carlos, a Rumo Logística tem ferrovias que passam por São Carlos, Ibaté e Araraquara, município onde mantém unidade de manutenção. Dela, a Cosan é dona de quase 1/3 de seu capital. A Rumo é dona de mais de mil locomotivas e 33 mil vagões.

Outros negócios
A família de Rubens Ometto Silveira Mello e seu irmão morto nesta terça-feira ainda tem negócios não menos importantes no setor de gás, com a Compass Gás e Energia, dona da Comgás, maior distribuidora de gás encanado no país, responsável pela Região Metropolitana de São Paulo. Há, ainda a Moove, empresas de lubrificantes que atua globalmente com as marcas Mobil e Comma.

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