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Política

Câmara aprova exclusão de duas taxas para motoristas de aplicativos em São Carlos

Também foi derrubada a exigência de ter veículo próprio. Impostos somariam um valor de cerca de R$ 500 por motorista

| ACidadeON/São Carlos

Sessão da Câmara Municipal de São Carlos. Foto: Luã Viegas/ ACidade ON São Carlos
 

A Câmara Municipal de São Carlos aprovou na sessão de terça-feira (9) alterações na lei que regulamenta o transporte por meio de aplicativos na cidade. Com as mudanças, os motoristas ficarão isentos da taxa de licença para funcionamento e a de localização, que juntas somariam um valor de cerca de R$ 500. Além disso, não precisarão ter veículo próprio.  

O projeto foi elaborado pela prefeitura após uma manifestação realizada pela classe trabalhadora na semana passada. Dezoito vereadores votaram nominalmente durante a sessão e todos foram favoráveis às mudanças.  Confira como ficou o texto da lei com as alterações:

Projeto de lei alterou a redação do texto que regulamentava o transporte por aplicativos. Foto: Divulgação


Confusão em frente ao Paço Municipal  

Uma manifestação realizada por motoristas que realizam transporte individual por meio de aplicativos em São Carlos terminou em confusão na terça-feira (2) da semana passada. Eles estavam reunidos em frente ao Paço Municipal para solicitar alterações na lei que regulamenta o serviço oferecido por eles na cidade quando um dos manifestantes passou a discutir com o comandante da Guarda Municipal, Michael Yabuki, que chegou a sacar a arma.  

De acordo com o Secretário de Segurança Pública Municipal, Samir Guardini, os órgãos de segurança da cidade estavam cientes da manifestação e, inclusive, tiveram uma reunião com os motoristas no período da manhã. No entanto, explicou que alguns manifestantes se exaltaram e um deles chegou a ameaçar desferir um soco contra o comandante da GCM. "Na hora que chegou aqui [Paço Municipal], nós tivemos a necessidade de retirar uma viatura para atender uma ocorrência e houve um princípio de tumulto. Algumas pessoas não conseguem ter a calma suficiente e entender como funciona uma manifestação, uma meia dúzia. Um indivíduo tentou desafiar o comandante, que fez uma intervenção vocal, com uma certa imposição, e ele [manifestante] ergueu a mão para dar um soco no comandante. Ele foi afastado e parece que fez um boletim de ocorrência, está no direito dele, o comandante também fez. Eu estava do lado, inclusive, e presenciei que ele falou que vai pegar o comandante quando ele não estiver de farda. Porque de farda e de arma é fácil. Isso, para mim, é uma ameaça explícita, muito preocupante", afirmou Guardini.   




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