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Você no ON RUN: Aline Zanetti

O maior portal de corrida de rua do interior paulista abre espaço para atletas amadores e amantes da modalidade contarem suas histórias

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Na infância e adolescência, Aline Zanetti sempre fui muito ativa e adorava praticar vários esportes. Porém, com o ingresso na universidade em período integral, deixou de fazer atividades físicas e permaneceu sedentária por muitos anos.
“Hoje sou farmacêutica, trabalho em um hospital e tenho uma rotina que se divido entre os plantões, cuidar da casa, estudos e treinos. Devido à natureza do trabalho na área da saúde, o estresse foi algo muito presente na minha vida e a corrida tem funcionado como uma excelente válvula de escape para lidar com os desafios diários.”

ON RUN: Como foi seu início da corrida?
Aline:
Comecei a correr em 2019, por recomendação médica. Estava sedentária há anos, com o colesterol elevado, ansiedade, depressão e sabia que precisava começar alguma atividade física. Com o incentivo das amigas e esposo, começamos a fazer caminhadas e, depois de um tempo, pequenos trotes. Eu não gostava de correr, mas insisti e, alguns meses depois, passei a treinar com uma equipe e professor de corrida.

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ON RUN: Qual foi o motivo que fez você praticar a corrida?
Aline:
O motivo inicial foi a minha saúde: estava sedentária, com colesterol elevado, ansiedade, depressão e sem nenhuma energia. Foi a atividade que pareceu mais prática para começar: não precisava de nada elaborado, apenas um tênis, short, camiseta e a rua.

ON RUN: Quais as maiores dificuldades para se manter treinando?
Aline:
No início foi difícil, pois eu era sedentária e não tinha muita energia. Me sentia exausta ainda no aquecimento do treino. Mesmo assim, me forcei a continuar, tive muito incentivo do meu professor e, com o passar das semanas, os treinos foram ficando mais prazerosos.

ON RUN: Quais são seus pontos fortes para se manter treinando?
Aline:
A vontade de melhorar é o meu maior combustível. Quando vejo que melhorei o meu tempo ou que não fico mais tão cansada para realizar determinada distância, percebo que todo o treinamento está dando resultados e fico ainda mais motivada.

ON RUN: Quais são seus maiores sonhos ou desejos com a corrida?
Aline:
Como todo corredor amador, sonho em chegar a um pódio algum dia. Será muito emocionante.

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ON RUN: Na sua família, tem alguém que te motiva na corrida?
Aline:
Meu esposo sempre está treinando comigo e foi a pessoa que me arrastou para começar a correr. Meu pai também é alguém que me incentivou muito nos esportes na infância. Ele jogou no time júnior da Ponte Preta há muitos anos e sempre gostou de esportes. Me lembro de uma ocasião em que estávamos nos jogos em minha escola, eu era criança, e de repente chamaram os pais que estavam presentes para uma disputa de 400 metros. Meu pai competiu de sapato e calça jeans e chegou em segundo lugar! Desde que eu comecei a correr, já o levei para algumas provas.

ON RUN: Na sua opinião, como seria a sua corrida de rua ideal?
Aline:
Gosto de correr provas junto dos amigos, a energia e motivação quando se está em equipe se multiplicam. também é muito bacana quando tem o público incentivando ao longo do trajeto, é uma sensação muito gostosa. 

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ON RUN: Quem são seus ídolos ou pessoas que te inspiram e te mantem firme na corrida?
Aline:
Hoje, o meu treinador é o meu grande incentivador e é um atleta que me inspira a melhorar na corrida.

ON RUN: Descreva como é a sua rotina de treinos de corrida.
Aline:
Treino de 3 a 4 vezes por semana, após o trabalho. Durante a semana, fazemos treinos intervalados, rampa, fartleck e rodagem mais leves e, no final de semana, os treinos variam conforme o período do ano e as provas-alvo.

ON RUN: Como é a sua alimentação no período de treinos e descanso, é tudo igual?
Aline:
Recentemente, iniciei acompanhamento com nutricionista esportivo, pois perdi muito peso quando passei a treinar com mais regularidade e intensidade. Agora estou me adaptando a uma dieta com muito carboidrato e proteína para suprir as necessidades de energia que a corrida exige.

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ON RUN: Já sofreu alguma lesão grave? Se sim, conta como superou.
Aline:
Tive a minha primeira lesão logo no início dos treinos. Foi uma pequena fratura no calcanhar devido aos impactos, com os quais meu corpo não estava acostumado, já que eu não tinha o hábito de fazer atividades físicas. Senti a lesão logo antes do que seria a minha primeira prova oficial, então, foi bastante frustrante, pois eu estava muito ansiosa. Mas, com o apoio e orientação do meu treinador, me cuidei, descansei e pude voltar a treinar algumas semanas depois.

ON RUN: Como é acordar para chegar para treinar, dá aquela preguiça?
Aline:
Sim, sempre tive dificuldades para acordar cedo. Antes de começar a correr, quando estava a caminho do plantão de final de semana e via pessoas correndo na rua, antes das 7h, logo pensava: “que gente doida!” Sempre me lembro disso e dou risada quando acordo às 5h em um domingo para alguma prova ou treino.

ON RUN: Quais conselhos daria para quem sonha em se tornar um corredor amador?
Aline:
O principal conselho que eu daria é: não desista nos primeiros meses, não desista! O começo é muito difícil, principalmente para quem está partindo do zero, como foi comigo. No início não é prazeroso, incomoda e dói demais. Mas seja perseverante, pois em algum tempo (no meu caso, foram alguns meses) o seu corpo se adapta a tudo isso e você passa a sentir aqueles benefícios que a corrida proporciona: bem-estar, melhora do sono, alívio da ansiedade e stress, e tantos outros.

ON RUN: Para você é importante ter um professor especialista em corrida?
Aline:
É essencial. É alguém que, além de orientar as técnicas de corrida e exercícios, vai planejar os seus treinos e te observar individualmente para fazer os ajustes necessários para a sua evolução na corrida. Para quem nunca correu e está tentando começar, indico pesquisar o assunto, pois há muita informação de qualidade disponível nas redes sociais, bons profissionais que dão excelentes orientações. Depois deste início, a orientação individualizada de um professor passa a ser indispensável para que você evolua e não se machuque.

ON RUN: Você tem alguma mania ou superstição?
Aline:
Na noite anterior às provas, estabeleço um objetivo de tempo que quero fazer e decoro os tempos de cada quilômetro para me orientar durante a corrida.

ON RUN: Qual sua mensagem para os corredores que vão participar da Corrida Integração 2022?
Aline:
Se divirtam, levem os amigos e família, tirem muitas fotos e deem o seu melhor para, ao final, só curtir a sensação de ter participado de algo tão especial como é a Corrida Integração”

ON RUN: Quais as principias provas e resultados que você participou?
Aline:
Já participei de várias corridas aqui na região: Integração, Corrida da Lua, Volta da Unicamp, Track&Field, e várias outras. Neste ano, fiquei entre os top 50 na Corrida da Lua.
Participei de somente uma edição da Corrida Integração, a última, que aconteceu em 2019. A expectativa para o retorno em 2022 está grande e tenho certeza de que será um belo evento na nossa cidade.

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