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Empresas apostam em suporte para home office e atendimento online

Pandemia do novo coronavírus muda mercado de tecnologia da informação, que segue em crescimento na região e País

| ACidadeON/Araraquara

Home office virou procedimento padrão com pandemia do coronavírus (Foto: Pixabay)

Enquanto a pandemia do novo coronavírus está distanciando as pessoas, a tecnologia está no caminho contrário. As pessoas estão mais conectadas e, alguns, dão expediente de casa mesmo. É o chamado home office. Esse sistema é novo para muitos trabalhadores e também para as empresas.

Na empresa de tecnologia onde Rodrigo Faccioli é CEO, a demanda veio por parte das empresas atendidas por ela. Muitas estão, agora, com funcionários trabalhando de casa.

"A grande mudança para nós veio dos nossos clientes, pois eles começaram a trabalhar de home office, então o nosso suporte, reuniões, entrega dos serviços, todos eles continuam da mesma forma deadline, porém, de um formato novo, pelo home office, que está sendo uma experiência bastante agradável para todos nós", afirma. 

Para aumentar a comunicação virtual entre cliente e empresa, uma das saídas para driblar o distanciamento é o atendimento por robôs nas plataformas digitais. O chatbot, como é conhecido esse sistema, utiliza inteligência artificial para interagir com os clientes.

"Recentemente nós estamos trabalhando muito com assistente virtual, que é uma demanda que vem crescendo bastante, principalmente agora focado na questão da pandemia, visto que o suporte presencial acaba não tendo tanto sucesso", diz.

Essa estratégia já vinha sendo ampliada por muitas empresas. Porém, com o surgimento da pandemia essa forma de comunicação ganhou mais força.

Os robôs interagem com clientes por mensagem de texto, são capazes de reconhecer voz e fazem leitura de imagem durante o atendimento. Rodrigo explica que os conteúdos ficam registrados e geram informações estratégicas para as marcas.

"O coronavírus acabou agilizando e tendo mais atenção esse tipo de solução. O uso de inteligência artificial para entender, através de uma pergunta, o interesse do usuário. E diante disso também, a gente está integrando nossas soluções de ciência de dados, uma vez que por meio de perguntas e de texto, a gente começa a ter indicadores, onde do texto o cliente vai ver um painel gerencial com dados. Perguntas frequentes, respostas, palavras, enfim, dias, horários de pico, de perguntas, a partir disso a gente consegue gerar perfis de clientes que ajudariam o marketing no aumento de vendas da empresa", explica.

Com a crise provocada pela pandemia, a aposta de Rodrigo é que as empresas migrem ainda mais para o mercado e-commerce, que são as vendas pela internet. Todo a plataforma para esse tipo de comércio precisa de tecnologia para funcionar adequadamente e oferecer segurança para os clientes

"Você vê que hoje pode estar comprando e adquirindo produtos pela internet ainda de uma forma mais acelerada. Então, acabam que empresas, lojas e shopping, criaram seu e-commerce e estão gostando do resultado e essa questão virtual vai crescer bastante", finaliza.

O mercado de tecnologia segue aquecido no Brasil. Com a pandemia, startups e empresas de mobilidade e logística também ampliando o quadro de profissionais para cobrir a demanda com boa operacionalização.

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