Publicidade

cotidiano

Família abrigada em barraco consegue aluguel social

Pais e quatro crianças moram em barraco improvisado no Parque São Paulo em Araraquara

| ACidadeON/Araraquara -

Tamires mostra o contrato do aluguel social (Foto: Amanda Rocha)
Uma família com quatro crianças que mora em um barraco no Parque São Paulo, em Araraquara, conseguiu um contrato de aluguel social através da secretaria municipal de Assistência e Desenvolvimento Social da Prefeitura de Araraquara. 

Na semana passada, reportagem do ACidadeON revelou a situação difícil que a família enfrentava morando no barraco improvisado, sem rede de esgoto, água, entre outros percalços. 

Tamires Santos Correia, de 29 anos, está desempregada e mora há oito meses com três crianças e um bebê de um ano e cinco meses no local. O marido trabalha, porém a renda é menor que um salário mínimo e não é o suficiente para o sustento da casa. 

Nesta segunda-feira (20), Tamires estava radiante, pois assinou o termo de contrato do aluguel social de um ano e agora vai ter um teto adequado para morar com a família.  

"Estou muito feliz, assinei hoje o termo de habitação, o CRAS entrou em contato com a Prefeitura e conseguiram me encaixar nesse aluguel. A matéria repercutiu muito, agradeço demais todos que me ajudaram, veio em boa hora a ajuda pra mim e meus filhos", comentou. 

DOAÇÕES
A família recebeu bastante doações de alimentos e roupas. Leite, arroz, macarrão, feijão, bolachas e água preencheram os armários do barraco.

O que não coube no armário, Tamires doou para outras famílias que também passam necessidade no bairro.
"Muita gente veio me procurar com muita doação e até hoje está vindo, e é sempre bem-vindo, eu tenho ajudado agora outras famílias que também estão precisando", comentou.  

Doações vieram em boa hora, Tamires doou parte para outras famílias que passam dificuldades (Foto: Amanda Rocha)

Ela reforçou que os governantes precisam olhar mais de perto para famílias em vulnerabilidade. 

"Tem muitas famílias passando por isso, gostaria que os governantes vissem mais essas situações, temos nossos direitos e precisamos ser notados e correr atrás", frisou.

Mais notícias


Publicidade