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A montanha mais alta do mundo ainda é um desafio?

Conhecida como "O Topo do Mundo" o Monte Everest é um sonho entre os alpinistas, mas que pode ter sido tomado por uma onda de aventureiros de primeira viagem.

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Com seu cume a quase 9.000 metros acima do nível do mar, o monte Everest é, sem dúvidas, o maior sonho entre escaladores e montanhistas.

Mas porquê ele?

Monte Everest com 8.848 m de altitude
Por ser a montanha mais alta do planeta?
Por superar os desafios quase mortais que ele proporciona?
Ou simplesmente por vaidade?

Atualmente, podemos dizer que a resposta para uma parcela dos que se candidatam a escala-lo, é a junção das três opções.

O cenário atual é de superlotação, a ponto de, em 2019, haver um congestionamento de guias e clientes esperando em fila, para o ataque final ao cume, e poder registrar o feito em fotos e vídeos.  

Congestionamento forma fila para ataque ao cume do Monte Everest
Mas como assim? Tem tantas pessoas assim que conseguem escalar o monte Everest?
Atualmente sim, mas não de modo autônomo, com mérito completamente próprio.

Por natureza da evolução, tudo que no passado era difícil, no futuro tende a ser mais fácil, por vários fatores de melhorias, evolução das técnicas e equipamentos.

No caso das inúmeras pessoas que passaram a escalar o Everest, há o apoio dos "Sherpas" (pessoas de uma etnia nativa que estão mais adaptados aos desafios da montanha). Eles carregam todo o peso dos equipamentos coletivo, guiam, já deixam tudo montado, entre outros inúmeros serviços que facilitam para os praticantes da atividade.   

Sherpas com cilindros de oxigênio e todo entulho gerado pela logística dedicada aos alpinistas
Recentemente o governo Nepalês começou a exigir que os novos candidatos tenham uma experiência no currículo de algumas subidas a montanhas com mais de 6.000m, e pelo menos uma subida com mais de 8.000m, e assim evitar o crescente índice de mortes, pois, mesmo com a facilidade, ainda existem muitos perigos.   

Montanhistas podem morrer ali por vários fatores de riscos inerentes a essa modalidade de alta montanha, alguns até não conseguem ser resgatados pois, outros escaladores que decidem fazer o resgate estarão abrindo mão do seu próprio cume, sobretudo estarão se colocando em risco e aumentando o número de vítimas.    

Já consideram aceitável, para não dizer "normal", o fato de outros sucumbirem na subida, ou na descida. Morrem ali mesmo. Helicópteros não chegam a essa altura de ar rarefeito.  
 
Ascensão em massa ao cume do Monte Everest
Mas o fato do Everest ser atualmente uma "diversão cara", não exclui o fato de ainda haver pessoas que almejam seu cume por superação pessoal e sonho de vida e que o fazem com mérito próprio, como é o caso dupla pioneira que conquistou o cume, o neozelandês Edmund Hillary e o sherpa Tenzing Norgay e de muitos outros alpinistas.

Preparações aeróbias, anaeróbias, de força, técnicas de escalada, e equipamentos específicos e caros fazem parte desse planejamento.

O mal da montanha (causado do pelo ar rarefeito) inclui dores de cabeça, fadiga muscular, cansaço extremo e até água no pulmão.  
Um fila longa e um objetivo de uma vida toda: Chegar ao "Topo do Mundo"
Para muitos que estão dispostos a pagar de 40.000 a 150.000 dólares, o Everest e uma brincadeira cara.
Para outros que passam a vida toda se preparando para esse o cume, é um sonho a ser realizado.

25 brasileiros já conseguiram fazer o cume do Everest, e uma campineira está muito disposta a aumentar esse número.

Fiquem atentos que essa semana eu vou trazer muito mais desse assunto!

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