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Primeiro caso suspeito de sarampo é registrado em Rincão

A mulher trabalha no AME de Américo e pessoas que tiveram contato com ela devem ser vacinadas

| ACidadeON/Araraquara

Pessoas que tiveram contato com a técnica de enfermagem precisam ser vacinadas (Foto: Pixabay)
Uma técnica em enfermagem de Rincão pode ser a primeira vítima de sarampo na região. A paciente, de 34 anos, apresentou sintomas da doença no início do mês e laudo com a confirmação deve ser emitido até o final de agosto por enquanto o caso é tratado como suspeito.  

A mulher que é funcionária do Ambulatório Médico de Especialidades (AME), em Américo Brasiliense, recebeu os primeiros cuidados já no local. Ela apresentou piora no dia cinco de agosto.  

Segundo o secretário de Saúde de Rincão, Francisco Vacis Filho, a suspeita foi comunicada ao Centro de Saúde do município pela mãe da paciente, durante um teste rápido de hepatite. Ela teria comunicado a enfermeira do Centro sobre os sintomas que se manifestaram na filha.  

Em seguida, a Vigilância Epidemiológica entrou em contato com a técnica de enfermagem, que confirmou os sintomas. Ela trabalhou normalmente no AME, entre os dias 2 e 5 de agosto período que a doença teria se manifestado.  

Após os primeiros atendimentos, a técnica em enfermagem foi encaminhada novamente para o Centro de Saúde de Rincão, que colheu amostras da paciente e encaminhou ao Instituto Adolfo Lutz, em Ribeirão Preto. O laudo deve ficar pronto em 20 dias, a contar do dia 9 de agosto.  

O secretário de Saúde de Rincão, Francisco Vacis Filho, disse que já foi feito o bloqueio vacinal na casa em que ela morava e de pessoas próximas a ela. O mesmo aconteceu no Ambulatório Médico de Especialidades.  

Entenda
Em casos suspeitos, a Vigilância Epidemiológica orienta para que todos no entorno da pessoa contaminada recebam a "vacina de bloqueio", que é a tríplice viral (SCR), que deve ser aplicada nas pessoas que moram na mesma casa de quem está com sarampo, vizinhos próximos, crianças da mesma creche, escola, ou , no caso de adultos, ambiente de trabalho. Tudo isso para tentar "bloquear" o vírus, aumentando a imunidade de todos que possam ter tido contato com a pessoa doente, impedindo que novos casos apareçam e, consequentemente, impedindo que o vírus se espalhe ainda mais.

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