Publicidade

cotidiano

Suspeito confessa ter matado mulher em Araraquara, diz delegado

Ex-namorado foi preso nesta terça-feira (24) pela Polícia Militar (PM); crime aconteceu no último domingo (22)

| ACidadeON/Araraquara -

Delegado Fernando Bravo, da DIG, disse que suspeito confirmou a autoria do crime (Foto: Amanda Rocha)
 

 

Após ser preso pela Polícia Militar, nesta terça-feira (24), o suspeito de matar e atear fogo em Karunã Ferreira Coimba Manduca, confessou o crime. A informação é do delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Araraquara, Fernando Teixeira Bravo. 


Segundo o responsável pelas investigações, o jovem, de 27 anos, deu detalhes do crime cometido no último domingo (22), quando matou sua ex-namorada e colocou fogo em sua residência. Para Bravo, as informações confirmaram as apurações da Polícia Civil. 


"Segundo ele, a morte foi causada pelo estrangulamento. Ele acabou entrando na casa, ela foi à direção dele, que a segurou pelo pescoço e após confirmar sua morte, colocou fogo na residência", disse em entrevista ao acidade on.  

 



A Polícia Militar (PM) chegou até o suspeito após ele tentar roubar a moto de um mototaxista durante a fuga. O delegado afirmou que a ação foi motivada pelo receio de ter sido reconhecido pelo trabalhador que foi buscá-lo em um motel da cidade.  



O acusado disse aos policiais que vinha sendo ameaçado pela vítima, porém, essa versão ainda vai ser apurada durante o período de investigação. Fernando Bravo informou que prosseguem as oitivas e diligências visando esclarecer totalmente o crime. 


"Ele falou estar sendo ameaçado pela vítima, porém, isso ainda vamos apurar. Temos várias diligências ainda para realizar a motivação. Então é uma diligência que depende de outros meios e outras provas", apontou o delegado da DIG Araraquara. 


"Desde o início conseguimos imagens e indicavam sempre a presença apenas de uma pessoa. Alegou estar sob efeito de álcool, falou que foi a uma festa na noite anterior, mas quando foi detalhar algumas coisas ele respondia que não se recordava", completou.  

 

Familiares se revoltaram com o acusado de matar Karunã ao chegar em viatura na delegacia (Foto: Amanda Rocha)
  

 

Fernando Bravo também comentou a importância do laudo para confirmar ou não a hipótese de violência sexual e a causa da morte. "São várias informações técnicas que estamos dependendo do laudo para esclarecer esse crime bárbaro", concluiu. 

 

Karunã Coimbra tinha 30 anos e foi morta no último domingo (22), em Araraquara  (Foto: Redes Sociais)

Publicidade