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Economia

Parceria entre Embraer e Boeing recebe aval do governo brasileiro

Presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse em suas redes sociais que não vai se opor ao negócio entre as empresas

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Através das redes sociais, presidente Jair Bolsonaro (PSL) deu aval para negócio. (Foto: Reprodução Redes Sociais)
 

A parceria entre Embraer e Boeing, foi discutida nesta quinta-feira (10) e recebeu aval do governo brasileiro. De acordo com Embraer, o acordo deve possibilitar que ambas as empresas acelerem o crescimento em mercados aeroespaciais globais. O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), usou as redes sociais para dar o ok governamental o negócio poderia ser vetado por meio de uma ação chamada "Golden share", de propriedade do Governo.  

A aprovação do governo acontece após as empresas firmarem, no mês passado, os termos da joint venture agregando a aviação comercial da Embraer e serviços associados. Pelo acordo, a Boeing terá uma participação de 80% na nova empresa e a Embraer os 20% restantes. A Boeing pagará US$ 4,2 bilhões aos brasileiros para formar a NewCo.   

KC-390 tem capacidade para transportar 20 toneladas e chega a atingir os 870 km/h; avião também pode ser utilizado para reabastecer helicópteros e caças (Foto Reprodução/Embraer)

Segundo os termos acordados, as empresas chegaram aos termos para uma segunda joint venture, desta vez para promover e desenvolver novos mercados para o avião multimissão KC-390. Neste caso, a empresa brasileira ficaria com a maior fatia, 51%, enquanto a Boeing ficaria com os 49% restantes.  

Por meio de suas redes sociais, o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) publicou uma nota falando de sua participação em reunião com representantes dos Ministérios da Defesa, Ciência e Tecnologia, das Relações Exteriores e da Economia sobre as tratativas da Embraer e Boeing. "Ficou claro que a soberania e os interesses da nação estão preservados. A União não se opõe ao andamento do processo", escreveu.  

Próximo passo
A empresa brasileira, através de nota, informou que o próximo passo é o Conselho de Administração ratificar a aprovação prévia dos termos do acordo e autorizar a assinatura dos documentos da operação. Depois disso, a parceria seguirá para aprovação dos acionistas, autoridades regulatórias, bem como outras condições pertinentes a conclusão de uma transação deste tipo. A expectativa da Embraer é que a negociação seja concluída no fim de 2019. 

(Com informações da FolhaPress)

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