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Mergulhador morre em MG durante prática de caça submarina.

Vídeo mostra o momento em que ele apaga por falta de oxigênio durante sua subida.

| ON Adventure

Um vídeo mostra o trágico momento em que mergulhador, praticante de caça subaquática, "apaga" durante seu retorno à superfície, após arpoar um peixe no Rio Grande, em Planura-MG.

Uma câmera instalada no arbalete mostra a caçada e dá para ter noção do tempo em que ele fica em apneia.

Assim que ele dispara o arpão, ele tenta retornar a superfície e, por poucos metros, ele não consegue emergir a cabeça para respirar, apagando por falta de oxigênio.

É comum ver caçadores sub praticando a modalidade sozinhos. Apesar de ser comum, é um grande risco.
Quando se está em 2 ou mais praticantes, um pode gerenciar a segurança do outro e, nesse caso, ele teria a chance de ser resgatado e reanimado, podendo ter escapado com vida. 
 


A caça sub é praticada sem o auxílio de cilindros de ar comprimido. A utilização deles é crime.

Uma prática muito usada para aumentar o tempo de apneia (sem respirar) é a hiperventilação, uma sequência de respirações que engana o cérebro e possibilita maior tempo prendendo a respiração.

O risco dessa prática é o que provavelmente tenha acontecido nesse caso: O cérebro demora a dar a sensação de necessidade de respirar e a pessoa simplesmente apaga sem perceber.

Um desmaio dentro da água e sem ninguém para resgatar, termina tragicamente com o afogamento ou com a parada respiratória.

Segundo Juan, médico e bombeiro voluntário em Joinville-SC, o cérebro suporta no máximo 10 minutos sem oxigenação. Após este tempo, pode se considerar que o cérebro entrou em falência. A cada minuto sem oxigenação, se perde 10%.