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Condomínio de luxo constrói praia com ondas artificiais no interior de São Paulo

Gabriel Medina e Ítalo Ferreira já surfaram no local, que tem terrenos a partir de R$ 3 milhões

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Piscina de ondas artificiais no interior de São Paulo (Foto: Divulgação)
 

Ondas constantes e uniformes são o sonho de qualquer surfista e, em uma cidade no interior de São Paulo, esse sonho já pode se tornar realidade. Isso mesmo, um oásis bem longe do mar, ou melhor, uma piscina de ondas artificiais localizada dentro de um condomínio de luxo em Itupeva.

A "orla" da chamada Praia da Gama tem aproximadamente um quilômetro e uma areia que não retém calor. Já o "mar" é formado por um espelho d'água de 28 mil metros quadrados. São mais de trinta tipos de ondas, com força, altura e velocidade variadas. O investimento no projeto foi de R$ 160 milhões. 

A tecnologia é da empresa espanhola Wavegarden que possui outros quatro parques parecidos, só que abertos ao público, na Austrália, Inglaterra, Coreia do Sul e nos Alpes Suíços. No Brasil, essa é a primeira praia artificial em um complexo residencial. 

Ou seja, a diversão é exclusiva! Apenas moradores do condomínio e alguns poucos convidados famosos podem usufruir do local. E já passaram por lá surfistas profissionais como Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Adriano de Souza e Caio Ibelli.  


OUTROS ESPORTES 

Pra quem não é um campeão mundial, há instrutores que dão aulas de surfe. Já aos que preferem algo menos radical, nas bordas da piscina, é possível aproveitar a água, mas não as ondas. Pequenas barragens criam uma área ideal para as famílias. 

Se surf não é o seu esporte favorito, o condomínio possui também hípica, campo de golf, pista de skate, quadra de tênis, campo de futebol e lago onde é possível praticar wakeboard, stand up, kitesurfe, caiaque ou pesca. 

AMPLIAÇÃO 

Idealizador da Praia da Grama, Oscar Segall revelou à revista Exame que a procura por lotes no condomínio aumentou depois da pandemia: "Com a covid-19, a mentalidade das pessoas sobre a vida mudou. A procura foi muito acima da média", disse. 

Antes da pandemia, foram vendidos 67 lotes. Entre 2020 e 2021 o número subiu para mais de 130, o que gerou um valor geral de vendas de R$ 220 milhões. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, um terreno no condomínio não custa menos do que R$ 3 milhões. 

Com o resultado positivo, o executivo afirmou ainda que analisa ampliar o projeto e instalar praias artificiais em Minas Gerais, nos municípios de Belo Horizonte e Nova Lima.

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