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Mulher de 84 anos é 6ª morte por dengue em Americana

Paciente teve sintomas como febre, dor de cabeça, náusea e vômito; veja bairros com maior incidência de casos

| ACidadeON Campinas -

Cidade de Americana (Foto: Reprodução/EPTV Campinas)

Uma mulher de 84, que faleceu no dia 30 de abril, é a 6ª morte confirmada de dengue em Americana. Segundo a Vigilância Epidemiológica, a vítima era moradora do bairro São Manoel - veja bairros com mais incidência da doença abaixo.

A paciente foi internada em hospital particular da cidade, no dia 24 de abril, com quadro de:

- febre

- dor de cabeça

- náusea

- vômito

- nível baixo de plaquetas e leucócitos


Além disso, ela era portadora de diabetes e doença renal crônica. Ainda de acordo com o resultado do exame obtido junto ao Instituto Adolfo Lutz, a paciente foi acometida pelo sorotipo 1 da dengue.

Hoje, a Vigilância Epidemiológica de Americana informou que ainda aguarda o resultado de outro exame.

AÇÕES DE COMBATE

Segundo a Prefeitura de Americana, as ações de combate à dengue foram intensificadas, com a aplicação de inseticida nos bairros São Jerônimo, Parque da Liberdade e Jardim da Paz.

De acordo com a Administração, nas duas últimas semanas foram realizadas 11.683 visitas para controle de criadouros e nebulizados 972 imóveis em diversos bairros com altos índices de casos confirmados.

CASOS NA CIDADE

De janeiro até o dia 16 de maio, o município registrou 3.961 notificações de casos suspeitos da doença, dos quais 2.642 foram confirmados (positivos) e 1.194 descartados (negativos). 125 casos aguardam resultado de exame.

Os dez bairros com maior incidência de casos são:

- Antônio Zanaga (240)

- Cidade Jardim (112)

- Parque Novo Mundo (76)

- São Manoel (74)

- São Jerônimo (73)

- Jaguari (67)

- Jardim da Paz (67)

- Parque das Nações (60)

- Cariobinha (59)

- Vila Bertine (55)


EM CAMPINAS

Em Campinas, a secretaria municipal de Saúde confirmou na tarde da última quinta-feira (12) a primeira morte por dengue na cidade neste ano. A vítima tinha 78 anos, morava na região leste e faleceu em um hospital privado no dia 7 de abril.

O primeiro registro fatal da doença no ano acontece em meio a uma explosão de confirmações de novas contaminações em pouco mais de um mês: de 534 até 4 de abril para 4.125 até o último dia 11, o equivalente e 672,4% de aumento.

A pasta também detalhou os dados de outras doenças. "No mesmo período foram confirmados oito casos de chikungunya (seis importados e dois autóctones). Até o momento não houve registro de casos de zika", informou por nota.

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