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Pela sétima vez, muro de vidro da USP amanhece quebrado

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| Estadao Conteudo

Pela sétima vez em menos de três meses, um dos painéis do muro de vidro da Raia Olímpica da Universidade de São Paulo (USP), na Marginal Pinheiros, na zona oeste da capital paulista, foi quebrado novamente nesta terça-feira, 3. Agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) fazem ronda diária pelo local.

Segundo a Prefeitura de São Paulo, agentes da GCM notaram na madrugada desta terça que um dos vidros havia sido quebrado e registraram boletim de ocorrência no 91º DP (Ceasa) como dano ao patrimônio.

A Polícia Civil, que já investiga os casos registrados anteriormente, solicitou perícia. A última ocorrência havia acontecido em 11 de junho. Na ocasião, uma testemunha relatou aos agentes que um ocupante de um caminhão que trafegava pela marginal lançou um objeto contra o muro de vidro.

O primeiro ataque contra o muro de vidro ocorreu 15 dias depois da inauguração, em 18 de abril. Orçada em R$ 20 milhões, a instalação dos vidros no muro que separa a raia olímpica da Marginal Pinheiros tem conclusão prevista para a primeira quinzena deste mês.

De acordo com a Prefeitura, os painéis estão sendo custeados por mais de 45 empresas e não oneram a universidade. "A manutenção é feita pela USP e os vidros que estão sendo substituídos fazem parte de peças extras de reposição", garante a Prefeitura.

Histórico

Na primeira ocorrência de quebra de parte do painel de vidro, em 18 de abril, um vigilante da universidade relatou aos policiais que avistou um homem nas proximidades do local atingido e que este havia dito que procurava por uma bolsa de uma mulher antes de fugir da região.

Dois dias depois, no dia 20 de abril, mais três painéis de vidro foram depredados. No dia 24 do mesmo mês, após mais um ataque, a Prefeitura disse que "repudia os atos de vandalismo" e firmou convênio com a USP e a Guarda Civil Metropolitana para garantir o patrulhamento do entorno.

No dia 28 de abril, um homem foi preso por furtar coluna de alumínio após quebrar um dos painéis de vidro. O caso anterior ao desta terça havia ocorrido em junho.

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