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Marcelinho Huertas lamenta atuação ruim do Brasil em derrota para a Venezuela

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| Estadao Conteudo

Depois de a seleção brasileira de basquete masculino perder a sua invencibilidade nas Eliminatórias Americanas para o Mundial de 2019, na noite desta sexta-feira, no ginásio Papá Carillo, em Caracas, o armador Marcelinho Huertas lamentou o desempenho apresentado pelo time nacional na derrota por 72 a 56 para a Venezuela, que com o triunfo em casa assumiu a liderança do Grupo B do qualificatório.

O jogador não escondeu o seu descontentamento com a ineficiência da equipe em vários aspectos durante o confronto. "A Venezuela pressionou muito desde o início, tanto no rebote quanto na defesa, com muito contato, empurrando a gente, deixando fora de posição, não deixando que a gente jogasse confortável no ataque e, jogando dessa maneira, começamos a forçar os arremessos, perdendo muitas bolas e dando muitos contra-ataques pra eles, tanto de bandeja como de arremessos de três abertos. Nosso balanço defensivo estava desorganizado, então isso foi a tônica no primeiro tempo", analisou Huertas.

Em seguida, o jogador admitiu que o time ficou devendo uma melhor atuação e não conseguiu colocar em prática o que havia treinado antes da partida. Até por isso, ele fez um alerta já visando o duelo com a Colômbia, na segunda-feira, em Medellín, na Ivan de Bedout Arena, palco da última partida dos brasileiros na fase classificatória das Eliminatórias.

"No segundo tempo a gente tentou recuperar, mas nas duas vezes em que conseguimos baixar um pouco a diferença eles meteram bolas de três e isso acabou dificultando. Eles jogaram com muita confiança, enquanto vários de nós não entramos no jogo e não conseguimos mostrar a dinâmica que apresentamos nos treinos. Temos que saber nos preparar para esse tipo de jogo, principalmente quando jogamos fora de casa", reforçou, em declarações reproduzidas pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB).

O Brasil ocupa a segunda posição do Grupo B das Eliminatórias Americanas, com nove pontos, mesma pontuação da Venezuela, líder pelos critérios de desempate. O Chile é o terceiro colocado, com seis pontos, empatado com a Colômbia, lanterna da chave.

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