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Líder de auditoria revela como a corrida ajudou no seu crescimento profissional

Desconheço um bom líder que não faça algum esporte, diz Paulo de Tarso, líder de auditoria que cresceu profissionalmente incluindo a corrida de rua na sua rotina

| Especial para ON Run -

Líder de auditoria revela como a corrida de rua ajudou no seu crescimento profissional. Crédito: Arquivo Pessoal

O sucesso profissional é o que todos almejam alcançar, mas além das qualificações exigidas, existem outros fatores fora da profissão que também podem influenciar o desempenho no trabalho e em outras áreas da vida. Para isso, praticar uma atividade física é essencial, como no caso de Paulo de Tarso Pereira Jr., de 42 anos, auditor, que viu sua vida alavancar ao começar a realizar corrida de rua. 

De 2002 a 2009 a única atividade física que ele realizava era a musculação, iniciando na corrida após voltar do Canadá, onde morou por alguns anos. "Enjooei da musculação e queria fazer outro tipo de atividade física. Meu ex-chefe corria e um amigo meu também, então vez ou outra eu começava a acompanhar um deles, dando voltas na lagoa. Foi assim que comecei a tomar gosto pela corrida", conta ele, que foi orientado por seu ex-chefe a correr dia sim, dia não.  

 
O principal propósito que fez ele aderir à corrida foi pela manutenção da saúde, seguindo a recomendação de esperar 48 horas para o corpo se recuperar, evitando lesões. "Corro sempre dia sim, dia não, mesmo se for domingo ou feriado. Inicialmente meu percurso era de 5 km e com o tempo fui ganhando velocidade e diminuindo o tempo do percurso. Há 2 anos atrás, fiz o meu recorde que foi 21 minutos e 30 segundos", diz o auditor, que percebeu grandes mudanças físicas e na saúde. 

Ele participou das corridas de campinas de 5 km, quando decidiu mudar um pouco a rotina e participar de algumas provas de 10 km todos os anos, como a Corrida Integração e Night Run, além da Corrida Oba de 8 km. Para se preparar, duas semanas antes da corrida ele aumentava o seu percurso, fazendo os 10 km.

Paulo conta que trabalha de 12 a 14 horas por dia, mas ainda assim tem uma vida normal, sem exageros e dietas muito restritivas, sem deixar sua cervejinha de lado. "Tenho dois filhos, um de 6 anos e outro com 1 ano, então acordo sempre no meio da noite, não durmo muito bem, mas estou sempre disposto por conta da corrida".

O corredor leva uma vida normal, mas a corrida de rua melhorou bastante sua qualidade de vida. Crédito: Arquivo pessoal.
Com a pandemia, o corredor não quis se arriscar a fazer o trajeto na lagoa, precisando adaptar o percurso. Como ele mora próximo a uma fazenda, desde abril vem realizando um percurso que sai de sua casa, indo e voltando, totalizando 11 km. "Agora não corro mais 5 km, mas sim 11 km, com cada corrida tendo 260 metros de inclinação, o que é muito, porque, por exemplo, algumas maratonas possuem inclinação de 100 metros, então eu faço uma corrida de 11 km muita intensa", ele conta ainda que percebeu que desde então seu preparo físico e sua resistência evoluíram ainda mais.

O que era para ser um problema, Paulo transformou em oportunidade para melhorar seu desempenho, pois mesmo com toda essa inclinação, ele conseguiu fazer os 11 km em 55 minutos. Em média, nos outros anos ele corria 600 km por ano, mas esse ano já está em 1.122 km, sua meta é chegar em 1.150 km até o fim do ano. Além disso, ele fez a primeira meia maratona em outubro deste ano, com 350 metros de altitude, saindo de onde mora até Joaquim Egídio e voltando.

E todas essas mudanças influenciaram muito na sua vida profissional, hoje ele é líder de auditoria em uma empresa que cobre todo o Estado de São Paulo. "É uma responsabilidade muito grande, por isso é fundamental ter a cabeça no lugar e sentir-se bem para gerir 600 pessoas. A corrida é um dos fatores que me ajudam a energizar, refrescar a cabeça, me renovar, me ajuda a tomar decisões importantes ou até mesmo as mais corriqueiras. Correndo dessa forma que corro, me sinto saudável e com mais energia para ser líder, continuar a desenvolver os negócios e ter novas ideias, conseguir ter e dar mais oportunidades para as pessoas crescerem também", explica o auditor, que completa "eu me pergunto, como é possível ser líder sem praticar nenhuma atividade física? Desconheço um bom líder que não faça algum esporte".

Paulo de Tarso conta que a corrida de rua o ajuda a tomar decisões e a gerir melhor os negócios. Crédito: Arquivo pessoal.
Para 2021, o atleta amador deseja continuar com as corridas. Seus planos são fazer de duas a três meias maratonas durante o ano, ou até mesmo uma maratona completa.  

Paulo de Tarso é um exemplo de que é possível conciliar o trabalho com a prática de atividade física, conseguindo fazer do esporte um meio para evoluir também na vida profissional e pessoal.



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