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Maria Lina Deggan fala sobre morte do filho com Whindersson Nunes e relacionamento abusivo

'Não existe maior dor do que colo vazio', disse a estudante durante entrevista

| ACidade ON -

 

Maria e Whindersson anunciaram término do noivado prestes a completar um ano (Foto: Reprodução/Instagram)

Pela primeira vez, Maria Lina Deggan resolveu se pronunciar sobre a morte do filho que teve com Whindersson Nunes. Em uma entrevista à revista Marie Claire, divulgada ontem (25), a estudante de engenharia civil falou ainda sobre o relacionamento abusivo que viveu antes de conhecer o humorista. 

SONHO DE CONSTRUIR UMA FAMÍLIA 

Sobre Whindersson, Maria revelou que o primeiro contato que teve com o piauiense foi pelo Instagram. 

"Era fã do Whindersson e certo dia postei algo sem pretensão nenhuma e o marquei: escrevi que tava vendo o show dele e fui dormir. No dia seguinte, ele tinha me respondido. Nunca achei que ele fosse ver, quando me respondeu fiquei abismada. Não deixou a gatinha passar [risos]", disse ela. 

Os dois logo se conheceram e começaram a namorar. A estudante engravidou com dois meses de relacionamento. Segundo ela, o filho foi muito desejado e planejado. 

"A gente realmente se apaixonou perdidamente um pelo outro. O que nos uniu foi o sonho de construir uma família", disse Maria. 

Ela ainda completou: "quando conheci o Whindersson, ele falava muito sobre como queria filhos. Foi um momento da vida que nós dois estávamos bem em todos os aspectos, e resolvemos tentar. Foi a melhor coisa que fizemos juntos. O maior legado de nossa vida em comum é o João Miguel". 

João Miguel nasceu no final de maio, prematuro de 22 semanas e, infelizmente, não resistiu. Sobre a perda, a estudante desabafou: "não existe maior dor do que colo vazio".  

João Miguel nasceu prematuro de 22 semanas (Foto: Reprodução/Instagram)

RELACIONAMENTO ABUSIVO 

Antes de conhecer Whindersson, Maria contou que viveu um relacionamento abusivo. Logo após sua mãe ter se curado de um câncer de mama, ela resolveu deixar a casa dos pais. 

"Tinha 21 anos e aluguei uma quitinete de 27 metros quadrados. Na época, estava namorando e fomos morar juntos. Mas era um relacionamento muito abusivo, nível máximo, que chegou inclusive a agressões físicas. Não fiz B.O. em respeito à sua família e não falarei aqui seu nome, mas quando os ataques ficaram fora do controle, consegui terminar e o botei para fora de casa. Ele voltou a morar com os pais e assumi todas as contas no peito", disse ela.

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