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Cotidiano

Comércio fica com vendas abaixo da expectativa em janeiro

A participação do e-commerce ficou em 9,20% sobre as vendas da Região, correspondendo a 79.820 consultas, equivalentes a R$ 35,9 milhões

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Comércio teve vendas abaixo da expectativa em janeiro (Foto:Luciano Claudino/ACidade ON Campinas)

As vendas do comércio varejista de Campinas e Região tiveram uma evolução abaixo da expectativa em janeiro, de acordo com dados do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito).  

Os dados do SCPC de janeiro de 2019 demonstram que as vendas tiveram uma pequena evolução de 0,65% em relação ao mesmo período de 2018. Em relação as vendas de dezembro de 2018, a queda foi de -63,86%, tendo em vista as características próprias, dessas comercializações se enquadrarem em vendas específicas de Natal e Final de Ano.  

A participação do e-commerce ficou em 9,20% sobre as vendas da Região, correspondendo a 79.820 consultas, equivalentes a R$ 35,9 milhões.

Destaca-se, no entanto, que em janeiro passado, em função do baixo poder de compra, os consumidores adquiriram produtos mais a crédito e menos à vista, mas em volumes reduzidos. As melhores demandas foram no turismo/pacotes de lazer, produtos farmacêuticos e material escolar. 

INADIMPLÊNCIA 

A Inadimplência em Campinas iniciou o ano com uma expansão de 475,95% sobre dezembro de 2018, e no mês de Janeiro de 2019, a evolução foi de 3,99%, com 18.200 carnês/boletos vencidos e não pagos há mais de 30 dias, o que representa cerca de R$ 13,1 milhões no endividamento dos consumidores de Campinas. 

Na RMC (Região Metropolitana de Campinas), a inadimplência também apresentou uma elevação de 3,99% em Janeiro de 2019, sobre o Janeiro de 2018 com 43.335 carnês/boletos vencidos e não pagos há mais de 30 dias, representando cerca de R$ 31,2 milhões no endividamento dos consumidores da região. 

A expectativa das vendas para 2019 é de uma expansão igual ou superior aos 3,20% de 2018, dependendo das ações do novo governo, principalmente com a implementação das reformas fundamentais, Previdência e Tributária, o que implicará em um tempo maior para suas execuções. 

Além disso, a redução do Déficit Público, que está acima dos R$ 140,0 bi, é outra prioridade que deve ser executada até o final deste ano.

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