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Menino fratura fêmur após cair em creche e pais registram BO

Segundo a família da criança, o menino que teve que passar por uma cirurgia para colocar o osso no local, a recuperação levará quatro meses

| ACidadeON Campinas

 

Família quer que Prefeitura ajude com despesas do filho. Foto: Reprodução EPTV

Uma criança de 2 anos e seis meses ficou com as duas pernas imobilizadas após cair em uma creche municipal de Campinas. O acidente ocorreu na semana passada e o menino fraturou o fêmur do lado esquerdo. Por causa da fratura, ele tem que ficar o dia todo deitado já que está com gesso nas duas pernas.

Segundo a família da criança, o menino que teve que passar por uma cirurgia para colocar o osso no local, a recuperação levará no mínimo quatro meses e, depois da retirada do gesso, ele terá que passar por fisioterapia por tempo indeterminado.

A família está indignada com o acidente. Funcionárias da creche (CEI Nave mãe Rubem Alves), no Campos Elíseos, informaram que ele teria caído da própria altura, versão contestada pelos pais do menino. A família da criança reclama que não tiveram nenhum tipo de auxílio e procuraram a polícia para exigir ajuda do poder público. Ele fizeram um boletim de ocorrência.

"É uma dor que está consumindo de todas as formas. É triste ver uma criança que poderia estar brincando, estar feliz terminando o ano letivo dela. Mas vai passar as férias e o final de ano nessa situação", afirmou a mãe da criança Ana Martins Joviano.
Segundo a mãe da criança a cirurgia foi para a recolocação do osso no local. "Isso vai para centro cirúrgico porque precisa da anestesia geral porque a criança não aguenta tanta dor feita pelo procedimento", explicou a mulher.

O pai tem dúvida em relação ao acidente, funcionárias afirmaram que ele tropeçou e caiu da própria altura. "Não chegamos a nenhuma conclusão, pela gravidade que teve foi realmente isso", afirmou André Joviano Barbosa.

Devido a demora no tempo de tratamento da criança, os pais reivindicam uma ajuda financeira, pedagógica e também psicológica para a criança. Eles reclamam que a escola não deu nenhum tipo de ajuda a eles. "Achei completamente errado. Porque que nos agimos certo com o poder público, pagando nossos impostos porque que ele não age certo conosco", afirmou a mulher.

OUTRO LADO  

Por meio de nota a Prefeitura reforçou a versão de que o menino caiu sozinho. A nota informou que as funcionárias da creche prestaram todo o auxílio necessário para o atendimento médico no momento do acidente. Ainda afirmou que o poder público não tem obrigação e nem condições de oferecer auxílio financeiro para que os país não trabalhem no período de recuperação do menino.

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