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Veja como funciona o bafômetro que capta álcool por aproximação

Tenente da Polícia Militar Rodoviária mostrou como equipamento funciona no Segundona

| ACidadeON Campinas

Tenente da Polícia Militar Rodoviária mostrou como equipamento funciona no Segundona (Foto: ACidade ON Campinas)

A fiscalização da Lei Seca feita pela Polícia Militar Rodoviária no Carnaval conta com um reforço importante neste ano. Na região de Campinas o policiamento conta com o reforço dos novos etilômetros passivos, importados da Coreia do Sul. 

O tenente Ademir Tomaz Bravo participou do Segundona, programa semanal de entrevistas do ACidade ON, para mostrar como o equipamento funciona.

A grande diferença para os bafômetros comuns é que ele não precisa ser assoprado diretamente para detectar se o motorista está ou não embriagado. 

O aparelho, bastante sensível, pode ser colocado a uma distância de dez centímetros da boca do motorista, e acusará a presença de álcool apenas com a conversa ou respiração da pessoa fiscalizada. Se ela estiver embriagada, o aparelho acende uma luz vermelha. Se não, a luz é verde. 

"Ele não responsabiliza o condutor criminalmente, mas apenas aponta a necessidade do motorista passar pelo bafômetro", afirmou o tenente. 

TOLERÂNCIA
 
O bafômetro comum mede a quantidade de álcool na corrente sanguínea, e é regulamentado pelo Inmetro. Se a quantidade de álcool apontada for de até 0,33ml por litro de sangue, o motorista é punido apenas na esfera administrativa - multa de R$ 2,9 mil e a perda da carteira. 

Caso o índice seja superior a 0,34ml, ele é responsabilizado criminalmente. "A maioria das pessoas bebe pensando que está tudo bem, que não vai acontecer nada. Mas é cientificamente provado que o álcool reduz o tempo de resposta sem situações de risco no volante", diz Bravo. 

VEJA A ENTREVISTA COMPLETA 


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