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Especial coronavirus

Região de Campinas proíbe consumo de bebida alcoólica em espaços públicos

Consumo poderá apenas ser domiciliar nas 20 cidades da região metropolitana

| ACidadeON Campinas -

Praça Carlos Gomes, em Campinas (Foto: Luciano Claudino/Código19)
Os prefeitos da RMC (Região Metropolitana de Campinas) aprovaram nesta quinta-feira (1º) a proibição do consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos

A decisão foi tomada de forma conjunta durante reunião virtual do Conselho de Desenvolvimento da RMC, e vale nas 20 cidades que integram o bloco regional. O colegiado também deliberou um oficio pedindo por um reforço na busca por mais vacinas contra o coronavírus. 

Segundo o conselho, agora cada cidade deverá publicar um decreto para definir a proibição do consumo de álcool em espaços como praças e vias públicas das cidades. 

"Essa é mais uma medida que visa coibir as aglomerações de pessoas neste que é o pior momento da pandemia. Não se trata de uma lei seca. A pessoa pode tomar a sua bebida, mas tem que ser em casa", explicou o presidente do conselho e prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis.  

O consumo em bares e restaurantes já está proibido, visto que os locais não podem receber clientes durante a fase emergencial em vigor.

MEDIDAS JÁ TOMADAS 

Na semana passada, os prefeitos decidiram também de forma conjunta por colocar barreiras sanitárias nas entradas das cidades, com o objetivo de desestimular a vinda de turistas, sobretudo da Grande São Paulo, durante o feriado que foi antecipado na capital. A medida está em vigor até o dia 4

Em decisão conjunta, o coletivo também decidiu nas últimas semanas por não decretar lockdown e não antecipar os feriados na região

Segundo o conselho, as medidas tomadas já começaram a fazer efeito. Nesta quinta, a maior parte dos 16 prefeitos que participaram ou foram representados na reunião sinalizaram uma leve melhora no quadro das infecções por covid-19 nos municípios, com diminuição de casos de atendimento na rede básica. A leve diminuição já havia sido citada por Campinas nesta semana. 

Apesar da melhora, a taxa de ocupação de leitos, tanto de UTI quanto de enfermaria, continua alta, com sobrecarga na maioria das cidades.

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