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Mulher é presa por falsificar atestado médico de 4 para 9 dias

A mulher trabalhava como atendente em uma empresa do setor de combustíveis em Santa Bárbara d'Oeste

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Atestado que foi adulterado por funcionária (Foto: Acervo pessoal)  
Uma mulher de 30 anos foi presa e condenada por falsidade ideológica nesta semana por apresentar um atestado médico falso para a empresa onde trabalhava em Santa Bárbara dOeste. Ela alterou o tempo de afastamento no atestado de 4 para 9 dias.  

O mandado de prisão contra ela foi cumprido na segunda-feira (5). A mulher trabalhava como atendente em uma empresa do setor de combustíveis.  

Segundo o TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, ela foi condenada a dois anos e quatro meses de reclusão em regime inicial semiaberto, além de 11 dias-multa. O advogado de defesa da acusada durante o processo informou que não cabe mais recurso neste caso, e que ela deverá passar apenas as noites na prisão.  

FALSO ATESTADO  

O TJ explicou que a funcionária trabalhava como atendente quando passou mal de saúde e compareceu ao Hospital Afonso Ramos, do SUS (Sistema Único de Saúde) para atendimento médico. O caso aconteceu em outubro de 2017 e ela ficaria afastada por 4 dias.  

A representante da empresa onde ela trabalhava, ao receber o documento, desconfiou de sua autenticidade, já que constavam nove dias de afastamento. Ela entrou, então, em contato com o hospital e confirmou que o atestado não era verídico.  

De acordo com o processo do TJ-SP, o documento foi submetido à perícia, que constatou a adulteração nos dias de afastamento, de quatro para nove dias.  

SEGUNDA CONDENAÇÃO  


Segundo a empresa, o normal é que a falsificação de atestado não resulte em prisão. Porém, a acusada já tinha uma condenação criminal por furto qualificado, segundo o TJ-SP, o que fez com que ela não fosse julgada como ré primária.

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