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Viracopos recebe 2º lote de doses pediátricas contra covid-19

Remessa voltada para crianças de 5 a 11 anos trouxe 1,2 milhão de doses

| ACidadeON Campinas -

Aeroporto Internacional de Viracopos (Foto: Denny Cesare/Código19)

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, recebeu na manhã deste domingo (16) o segundo lote de vacinas pediátrias contra a covid-19, produzidas pela farmacêutia Pfizer. A confirmação da chegada do voo ocorreu às 11h e a aeronave trouxe 1.248.000 de doses.

A vacina é volta para o público infantil, de 5 a 11 anos, cuja vacinação foi liberada no dia 5 de janeiro pelo Ministério da Saúde, 20 dias após a aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Em Viracopos, a previsão de chegada era 3h50 de, mas houve atraso e o avião pousou por volta de 9h.

A remessa com imunizantes saiu de Amsterdam, na Holanda, e as vacinas foram descarregadas no aeroporto com auxílio da Receita e Polícia Federal.

Após esse processo, haverá transporte até um centro de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, antes das entregas aos estados.

CAMPINAS

O primeiro lote chegou no Brasil no 13 de janeiro. Desta remessa, a secretaria de Saúde de Campinas recebeu na sexta-feira (14) 5.390 doses de vacinas infantis contra a covid-19.

O município ainda não confirmou uma data para o início da imunização dos 5 aos 11 anos, mas detalhou a abertura do agendamento a partir das 15h da próxima segunda-feira (17).

DISTRIBUIÇÃO E PRIORIDADES

O estado de São Paulo distribuiu 234 mil doses aos 645 municípios para aplicação da faixa etária de 5 a 11 anos. Além das 21,7 mil enviadas a região de Campinas, 3,7 mil foram enviadas à região da São João da Boa Vista e 7,3 mil à região de Piracicaba.

A partir disso, informou que é responsabilidade das prefeituras a retirada, o transporte e armazenamento em temperatura adequada das doses.

Além de índigenas e quilombolas, a imunização será oferecida primeiro aos menores com comorbidades e deficiência. Desta forma, a partir dos próximos dias, é necessário que os pais e responsáveis apresentam os comprovantes de doenças prévias.

São válidos exames, ou qualquer prescrição médica. Além disso, ainda de acordo com as regras definidas para esta primeira etapa da imunização infantil, os cadastros já existentes nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) dos municípios também poderão ser utilizados.

A estimativa da pasta estadual de Saúde é que 850 mil menores sejam vacinados de forma prioritária. A lista das comorbidades é definida pelo Ministério da Saúde.

Veja abaixo:

- Insuficiência cardíaca
- Cor-pulmonale e hipertensão pulmonar
- Cardiopatia hipertensiva
- Síndromes coronarianas
- Valvopatias
- Miocardiopatias e pericardiopatias
- Doenças da aorta, grandes vasos e fístulas arteriovenosas
- Arritmias cardíacas
- Cardiopatias congênitas
- Próteses e implantes cardíacos
- Talassemia
- Síndrome de Down
- Diabetes mellitus
- Pneumopatias crônicas graves
- Hipertensão arterial resistente e de artéria estágio 3
- Hipertensão estágios 1 e 2 com lesão e órgão alvo
- Doença cerebrovascular
- Doença renal crônica
- Imunossuprimidos (incluindo pacientes oncológicos)
- Anemia falciforme
- Obesidade mórbida
- Cirrose hepática
- HIV


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