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Economia

Preço de venda do imóvel tem leve alta em janeiro

O valor do metro quadrado em Campinas fica na 19ª posição entre as 50 capitais e municípios pesquisados

| ACidadeON Campinas

Em 12 meses, o preço em Campinas acumula uma alta de 1,21% (Foto: Divulgação) 

O preço de imóvel residencial começou 2020 em alta na cidade de Campinas. Em janeiro, o valor médio para venda na cidade registrou alta de 0,22%, segundo o Índice FIPEZAP, medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, em parceria com o Grupo ZAP.

O índice local ficou ligeiramente acima da média nacional das 50 capital e municípios monitorados (0,16%). No mesmo mês do ano passado o Índice registrado foi de -0,19%.

Em 12 meses, o preço do imóvel residencial em Campinas acumula uma alta de 1,21%, superior aos 0,40% fechados no mesmo período de 2019. Apesar da recuperação dos preços neste inicio do ano, o valor médio do metro quadrado em janeiro ficou em R$ 5,378, abaixo dos R$ 5.350. A média nacional no primeiro mês de 2020 foi de R$ 6.982.

Em termos comparativos, o valor do metro quadrado em Campinas fica na 19ª posição entre as 50 capitais e municípios pesquisados.

Para o Vice-Presidente de Comercialização e Locação da Habicamp (Associação Regional da Construção de Campinas e Região), Douglas Vargas, os números indicam o bom momento que o mercado imobiliário nacional e local está vivendo com estabilidade econômica e política.

"Tudo isso está refletindo na economia de forma geral. O mercado imobiliário, como mola propulsora, agrega muito valor no PIB e indica retomada nos valores e no número de vendas", disse.

Segundo ele, apesar de serem números pequenos, a tendência é de estabilidade e de aumento ao longo do ano de valores e volume de vendas.

"Mas é importante que os proprietários tenham ciência que o momento ainda é de uma oferta maior que a procura. Eles precisam tornar seus imóveis atrativos em condições de vendas, manutenção e flexibilidade de negociação", afirmou.

Vargas lembra, também, que a expectativa do mercado para 2020 é otimista. Isso tem a ver com a baixa inflação, taxa Selic no menor patamar da história do País.

"Este quadro traz mais ativos do mercado financeiro para o mercado imobiliário, sendo muito bom para a economia, a produção e geração de emprego", completou.

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