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Em sessão relâmpago, Câmara aprova dez projetos

Vereadores estariam cansados após duas sessões extraordinárias realizadas durante a manhã

| ACidadeON Campinas

Ação da PM pautou discurso de parte dos vereadores de Campinas (Foto: Divulgação/Câmara)

Em uma sessão que durou apenas 1h40, a Câmara de Campinas aprovou dez projetos na noite desta quarta-feira (4). Entre eles estão a proposta que cria um programa municipal para a coleta de óleo de cozinha usado (em primeira discussão) e a que obriga bancos a instalarem scanners corporais em vez de detectores de metais (também em primeira discussão).

Apenas um projeto foi retirado da pauta: o que modificava os cargos de diretor acadêmico da Escola do Legislativo de Campinas, diretor de comunicação institucional e de procurador-chefe, que são comissionados, para de funções gratificadas - dessa forma, eles seriam preenchidos por funcionários de carreira.

Pela proposta, também seria suprimida a função de procurador-chefe adjunto. Estas mudanças atendem a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Entre as propostas aprovas em segunda discussão, e que irão para a sanção do prefeito Jonas Donizette (PSB), está o projeto do vereador Pastor Elias Azevedo (PSB) que cria o Programa de Prevenção e Preparo para Situações de Emergência em escolas públicas de Campinas.

O projeto prevê a criação de um plano de evacuação e treinamento contra situações de emergência, feito pela Defesa Civil e pela Guarda Municipal.

Entre os outros projetos aprovados estão honrarias e concessão de nomes para ruas, avenidas e praças.

CANSAÇO

A sessão terminou às 19h40. Normalmente, às 19h30 é o horário do intervalo regimental - que separa o pequeno expediente e a ordem do dia. Nesta quarta, o intervalo foi das 18h20 às 18h35.

Nos corredores, a informação era que os vereadores estavam cansados. Na segunda-feira (2) a sessão foi até as 22h20, e na manhã desta quarta foram realizadas duas sessões extraordinárias para votar o projeto do Executivo que vai permitir que a Prefeitura pague a mensalidade em escolas particulares de crianças que aguardam por vagas em creches.

Esta foi a antepenúltima sessão da Câmara de Campinas neste ano. Os vereadores se reúnem ainda nos próximos dias 9 e 11 para, então, entrarem em recesso.

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