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Especial Névio Archibald

Coluna do Névio: Cirilo "assume" autoria de projeto de Bolsonaro

Vereador de Campinas insinuou que presidente "copiou" ideia sua

| Especial para ACidade ON

O vereador Luiz Cirilo (PSDB) (Foto: Renan Lopes/ACidade ON Campinas) 

O vereador Luiz Henrique Cirilo (PSBD) não perdeu a oportunidade e fez questão de dizer nas redes sociais que o decreto publicado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) é igual ao seu. O tucano é autor da Lei da Ficha Limpa. A legislação impede que condenados tenham cargos na Prefeitura de Campinas. Na esfera federal, Bolsonaro quer a aplicação da Ficha Limpa para os os comissionados que ocupam cargos de confiança.

Em Campinas, a lei foi sancionada em 2012 e, desde então, é a principal bandeira de Cirilo e norte de sua última campanha.
Em sua página no Facebook o seguinte texto foi publicado: "Governo Bolsonaro aplica Lei da Ficha Limpa idêntica a de autoria do Vereador Luiz Cirilo para todos os cargos federais comissionados do Brasil".

O PRIMEIRO A GENTE NUNCA ESQUECE

O agora deputado estadual Rafa Zimbaldi (PP) fez questão de promover uma ampla divulgação do seu primeiro discurso na Assembleia Legislativa. Ele tomou posse na última sexta-feira (18). Agradeceu o eleitorado pelos votos, fez questão de dizer que foi votado não só em Campinas, mas em diversas cidades do Estado de São Paulo.

SUSTO

Mas parece que o ritmo lento da Alesp surpreendeu Zimbaldi. Ele usou a tribuna para dizer que os 94 deputados eleitos ficaram uma semana discutindo um veto. Achou um absurdo! Falou que seus colegas deveriam se dedicar aos projetos que beneficiam o Estado e também deixar e lado discussões ideológicas. "Na primeira semana nós tivemos aqui vários debates muito mais ideológicos e partidários do que discutindo problemas do nosso Estado. Na primeira sessão, estamos discutindo apenas um veto. Ficamos três horas fazendo isso. Em Campinas nós temos a discussão de ao menos 20 projetos por semana", afirmou o deputado. O peessebista aproveitou para pedir a colaboração dos colegas.

LIMBO

A Alesp sempre foi considerada por analistas políticos como um grande palco para o limbo. Isso porque a baixa produção, falta de fiscalização em relação ao Executivo - já que os parlamentares historicamente sempre estiveram ao lado do governo - e as verbas que os deputados têm direito para encaminhar aos seus redutos garantem o projeto político de cada um sem que seja necessário um grande esforço. Tanto é que muitos se elegeram por seis ou sete mandatos e, só agora, foram derrotados nas urnas. O cenário é esse. Resta saber se com a renovação as coisas por lá de fato vão mudar.

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