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Especial Névio Archibald

Jonas se reúne com conselho do Camprev por novo PL

O prefeito quer abrir um canal de diálogo e evitar uma série de protestos, como ocorreu na última vez

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Jonas se reuniu com os conselheiros do Camprev nesta segunda (Foto: Luciano Claudino/Código19) 

O Prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), se reuniu na manhã desta segunda-feira (22) com os conselheiros do Camprev. O mandatário disse que o motivo da reunião era abrir um canal de diálogo para resolver como a Administração vai pagar os aposentados que são vinculados ao fundo financeiro.

Uma proposta já havia sido encaminhada no ano passado, mas foi retirada de pauta após protesto da oposição e de servidores, e deve ser modificada. É exatamente esse protesto que Jonas quer evitar.

O projeto campineiro que chegou a ser protocolado fixava um teto máximo para a concessão de aposentadoria e cria um fundo complementar. Hoje o servidor contribui com 11% do total do próprio salário para receber a aposentadoria integral.   

O prefeito já chegou a afirmar que a Administração teve um rombo de R$ 500 milhões no ano passado por conta de dinheiro repassado ao Camprev.

A informação é contestada, já que esse repasse realizado em 2018 ocorreu porque é de obrigação da prefeitura pagar os aposentados admitidos até 30 de junho de 2004, e que são a maioria dos beneficiários.

"Essas aposentadorias têm que ser complementadas com recursos da prefeitura, pois a administração assumiu esse ônus com a extinção do IPMC", explicou o movimento O Camprev é Nosso.
 
Por enquanto, nenhum novo projeto foi realmente apresentado. A reunião com os conselheiros durou cerca de uma hora. 

NA CÂMARA

O juiz Mauro Fukumoto negou um mandado de segurança impetrado pela Fundac. A fundação chegou a concorrer na licitação da TV Câmara, ficou em primeiro lugar, mas foi desclassificada. Até o momento as empresas TV Costa Norte, Take One e Fundac entraram com recursos contra a segunda colocada (agora primeira), o Grupo Mais Comunicação.

A Fundac questionou que um item - apresentação de amostras - não foi registrado em ata durante a sessão, o que seria ilegal.
O juiz argumentou que a apresentação de amostras ocorre ao término desta sessão e por isso não é necessário estar na ata.

O Grupo Mais apresentou na semana passada as contra-razões e a Câmara está analisando. Na semana que vem deve sair a resposta: se algum recurso for aceito, Grupo Mais é excluído e chama-se o terceiro. Se não forem aceitos os recursos, Grupo Mais é homologado e terá 72 horas para passar pela sessão de amostragem.

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