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Campinas investiga morte de garota de 19 anos por dengue

A vítima se chama Laura Straccialano e fez aniversário hoje; o Devisa aguarda o resultado dos exames para confirmar a causa

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Campinas investiga o que pode ser a primeira morte por dengue em 2019 (Foto: redes sociais) 

A Prefeitura de Campinas confirmou, na tarde desta terça-feira (09), que está investigando a morte de uma garota por suspeita de dengue. A vítima se chama Laura Straccialano e completou 19 anos hoje, no dia de sua morte. Este é o primeiro óbito desde 2015, ano em que a cidade teve sua pior epidemia de dengue da história.

De acordo com o Devisa (Departamento de Vigilância em Saúde) a morte suspeita de dengue está sob investigação. Os exames estão em processamento no Instituto Adolfo Lutz.  
 
Laura era estudante da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de Campinas, onde cursava o segundo ano do curso de pedagogia, no período noturno. 

No último balanço da Secretaria de Saúde, de ontem, a cidade tinha registrado 2.048 casos confirmados de dengue. Há ainda 2.417 ocorrências sob investigação.

De acordo com o levantamento, a região Noroeste que abrange os bairros do Campo Grande, acumula 969 casos de dengue. Na sequência estão quase empatadas as regiões Sudoeste, que engloba o Ouro Verde, com 305 caso e Sul com 302 casos a maior região de Campinas engloba desde os bairros do Campo Belo até São Bernardo, entre outros.

Laura foi velada e enterrada no Cemitério Parque Flamboyant, na tarde desta terça-feira.

SINTOMAS

As pessoas que sentirem algum sintoma da doença, como febre alta, dor muscular, fadiga, manchas vermelhas pelo corpo, náusea, vômito, entre outros, devem procurar um centro de saúde.

Para acabar com a proliferação do mosquito é preciso evitar acúmulo de água, latas, pneus e outros objetos. Os vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias. É importante, também, vedar a caixa d'água. Os vasos sanitários que não estão sendo usados devem ficar fechados.

OUTRAS EPIDEMIAS


Campinas já passou por duas epidemias há poucos anos, em anos consecutivos. A primeira ocorreu em 2014 - quando Campinas foi o município com mais casos do país (42.664) e durou até 2015, quando registrou 65.217 casos. Já em 2016, o número começou a cair, fechando com 3.599 pacientes confirmados.

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