Publicidade

cotidiano

Manifestantes fazem ato em Campinas por 1 mil dias da morte de Marielle

Grupo se reuniu em frente à Catedral, cobrando por justiça

| ACidadeON Campinas -

Grupo protestou em frente a Catedral (Foto: Denny Cesare/Código19)

Um grupo de manifestantes se reuniu na manhã de hoje (8) em frente à Catedral Metropolitana de Campinas, na região central, e fez um ato de protesto contra a morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), no dia 14 de março de 2018.  

De lá, para cá se passaram 1 mil dias do assassinato, que até agora não se sabe o mandante. Em busca de respostas, vários protestos estão ocorrendo hoje em diversas cidades do país. 

Em Campinas, o ato ocorreu na praça em frente à Catedral, que realizava a missa em homenagem à padroeira da cidade, Nossa Senhora da Conceição. Com faixas, os manifestantes mostraram a indignação, cobrando justiça. 

Em março de 2021, o assassinato completará três anos. Até o momento, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, presos por envolvimento no crime, ainda não foram a julgamento.
 
LEIA TAMBÉM  
Veja o que funciona neste feriado da padroeira de Campinas 
Veja datas previstas para a 1ª fase de vacinação contra a covid e os grupos
 

O CASO

Marielle foi morta a tiros na noite do dia 14 de março, dentro de um carro na região central da capital fluminense, quando ia de um evento para sua casa. O motorista do veículo, Anderson, também foi assassinado. Uma assessora que também estava no veículo sobreviveu ao ataque.

A vereadora ficou conhecida como militante do movimento negro e de direitos humanos. Ela havia feito recentemente denúncias de violência policial contra moradores de favelas no Rio.

Marielle era socióloga e tinha 38 anos. Nascida no Complexo da Maré, uma das áreas mais violentas da cidade, era relatora da comissão do Conselho criado para fiscalizar as operações policiais após o início da intervenção militar no Rio.  





Mais notícias


Publicidade